Como viajar mais e melhor em 2026. Veja 4 dicas preciosas

Como viajar mais e melhor em 2026. Veja 4 dicas preciosas

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Como viajar melhor em 2026
Dreamstime - Anna Moxoba
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Se toda vez que você pede um orçamento, a empolgação morre na hora do valor final, preciso te contar um segredo logo de cara: não existem milagres.

Viajar é maravilhoso, mas o mercado de turismo tem regras próprias — e ignorá-las quase sempre significa pagar mais (ou desistir).

Na Flyworld Itu, o cenário mais comum é este: pessoas querendo viajar em cima da hora, na alta temporada, sem flexibilidade de datas ou destino. Resultado? Frustração. E não porque viajar é impossível, mas porque o jogo está sendo jogado contra você.

A boa notícia é que dá para virar esse jogo. Vamos ao básico.

1. Só pode viajar em dezembro/janeiro ou julho?

Tudo bem. Mas comece cedo.

Férias escolares e feriados concentram a maior demanda do ano. Se essas são as únicas datas possíveis, planeje com pelo menos 6 a 9 meses de antecedência.
É assim que você aumenta as chances de:

  • Encontrar tarifas aéreas mais acessíveis
  • Ter disponibilidade nos hotéis desejados
  • Manter o orçamento sob controle

Antecedência não garante preço barato, mas reduz drasticamente o risco de preços abusivos.

2. Vai viajar no feriado e deixou para a última hora? Pacotes podem salvar.

Operadoras costumam montar pacotes com aéreo + hotel a preços competitivos porque trabalham com os chamados bloqueios — compram grandes volumes de assentos antecipadamente.

Mas atenção:

Pacote só funciona quando você aceita exatamente o que está anunciado:

  • Voo específico
  • Datas específicas
  • Hotel específico

Qualquer mudança transforma o pacote em roteiro customizado. E aí o preço promocional simplesmente deixa de existir. Não é má vontade da agência — é a regra do jogo.

Veja também: 4 vantagens de viajar na baixa temporada

3. Vai viajar para o exterior? Comece sempre pela passagem aérea.

Esse é um dos erros mais comuns — e mais caros.

Desde a pandemia, as tarifas aéreas nunca mais voltaram ao patamar antigo. Quando surge uma boa oferta, ela não “fica guardada”.

Achou um preço imperdível? Compre. Depois você decide o resto.

Por quê?

As companhias aéreas trabalham com classes tarifárias. As mais baratas são liberadas primeiro, em quantidade limitada. Quando acabam, o sistema automaticamente passa para a próxima faixa — sempre mais cara.
Quanto mais perto da viagem, menor a oferta e maior o preço.

Esperar “baixar” quase nunca funciona. Na prática, o valor só sobe.

4. Flexibilidade é dinheiro no bolso.

Datas flexíveis, aeroportos alternativos e até destinos próximos podem fazer uma diferença enorme no custo final.

Exemplo prático:

Quer ver a Aurora Boreal?

Voar do Brasil para a Europa em novembro ou fevereiro costuma ser bem mais barato. Madrid (Iberia) e Lisboa (TAP) geralmente oferecem as melhores portas de entrada.

Encontrou um voo por menos de R$ 4 mil? Feche na hora. Depois, construa o roteiro combinando trens e voos low cost para Islândia ou Noruega — e aproveite para conhecer outros países na mesma viagem.

Flexibilidade não significa abrir mão do sonho, e sim ser estratégico para realizá-lo.

Conclusão: viajar bem custa planejamento, não mágica.

Viajar dentro do orçamento é possível, sim. Mas exige:

  • Entendimento do mercado
  • Decisões no tempo certo
  • E, muitas vezes, apoio profissional

Se você quer transformar vontade em viagem — sem sustos no preço — planejamento é o caminho mais curto.

Gostou?

Aqui na minha empresa, trabalhamos para viabilizar sua viagem através de planejamento de qualidade, dentro do seu orçamento.

Fontes

VOEGOL. Tarifas. Disponível em: https://www.voegol.com.br/nh/tarifas5. Acesso em: 19 jan. 2026.​

LATAM AIRLINES. Tarifas para voos domésticos. Disponível em: https://www.latamairlines.com/br/pt/central-ajuda/perguntas/compras/assistencia/tarifas-passagem-domestico. Acesso em: 19 jan. 2026.​


Andrea Skipka – Flyworld Itu
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Tel e whatsapp: 11 97392-1818
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Por João Victorino

João Victorino é administrador de empresas e especialista em finanças pessoais com ampla experiência no mundo corporativo, liderando unidades de negócios, equipes e transformado estratégia em prática por todas as empresas em que trabalhou. Liderou grandes negociações com instituições financeiras de grande porte, com impacto de bilhões de reais em faturamento e receita.

Formado em Administração de Empresas e com MBA pela FIA – USP, professor de MBA do IBMEC, colunista da Investing.com, entre outras atividades.

Empreendeu em várias empresas como investidor, em paralelo com a vida executiva, e aprendeu com sucessos e fracassos nesse segmento.

Entendeu e aplicou a importância de ter equilíbrio financeiro ao longo de mais de 30 anos de investimentos em vários setores, com amplo sucesso. Fez 1 milhão de reais de patrimônio antes dos 30 anos de idade, e hoje divide esses aprendizados.

Para isso, criou e lidera a iniciativa A hora do dinheiro, com uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.

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