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Se toda vez que você pede um orçamento, a empolgação morre na hora do valor final, preciso te contar um segredo logo de cara: não existem milagres.
Viajar é maravilhoso, mas o mercado de turismo tem regras próprias — e ignorá-las quase sempre significa pagar mais (ou desistir).
Na Flyworld Itu, o cenário mais comum é este: pessoas querendo viajar em cima da hora, na alta temporada, sem flexibilidade de datas ou destino. Resultado? Frustração. E não porque viajar é impossível, mas porque o jogo está sendo jogado contra você.
A boa notícia é que dá para virar esse jogo. Vamos ao básico.
1. Só pode viajar em dezembro/janeiro ou julho?
Tudo bem. Mas comece cedo.
Férias escolares e feriados concentram a maior demanda do ano. Se essas são as únicas datas possíveis, planeje com pelo menos 6 a 9 meses de antecedência.
É assim que você aumenta as chances de:
- Encontrar tarifas aéreas mais acessíveis
- Ter disponibilidade nos hotéis desejados
- Manter o orçamento sob controle
Antecedência não garante preço barato, mas reduz drasticamente o risco de preços abusivos.
2. Vai viajar no feriado e deixou para a última hora? Pacotes podem salvar.
Operadoras costumam montar pacotes com aéreo + hotel a preços competitivos porque trabalham com os chamados bloqueios — compram grandes volumes de assentos antecipadamente.
Mas atenção:
Pacote só funciona quando você aceita exatamente o que está anunciado:
- Voo específico
- Datas específicas
- Hotel específico
Qualquer mudança transforma o pacote em roteiro customizado. E aí o preço promocional simplesmente deixa de existir. Não é má vontade da agência — é a regra do jogo.
Veja também: 4 vantagens de viajar na baixa temporada
3. Vai viajar para o exterior? Comece sempre pela passagem aérea.
Esse é um dos erros mais comuns — e mais caros.
Desde a pandemia, as tarifas aéreas nunca mais voltaram ao patamar antigo. Quando surge uma boa oferta, ela não “fica guardada”.
Achou um preço imperdível? Compre. Depois você decide o resto.
Por quê?
As companhias aéreas trabalham com classes tarifárias. As mais baratas são liberadas primeiro, em quantidade limitada. Quando acabam, o sistema automaticamente passa para a próxima faixa — sempre mais cara.
Quanto mais perto da viagem, menor a oferta e maior o preço.
Esperar “baixar” quase nunca funciona. Na prática, o valor só sobe.
4. Flexibilidade é dinheiro no bolso.
Datas flexíveis, aeroportos alternativos e até destinos próximos podem fazer uma diferença enorme no custo final.
Exemplo prático:
Quer ver a Aurora Boreal?
Voar do Brasil para a Europa em novembro ou fevereiro costuma ser bem mais barato. Madrid (Iberia) e Lisboa (TAP) geralmente oferecem as melhores portas de entrada.
Encontrou um voo por menos de R$ 4 mil? Feche na hora. Depois, construa o roteiro combinando trens e voos low cost para Islândia ou Noruega — e aproveite para conhecer outros países na mesma viagem.
Flexibilidade não significa abrir mão do sonho, e sim ser estratégico para realizá-lo.
Conclusão: viajar bem custa planejamento, não mágica.
Viajar dentro do orçamento é possível, sim. Mas exige:
- Entendimento do mercado
- Decisões no tempo certo
- E, muitas vezes, apoio profissional
Se você quer transformar vontade em viagem — sem sustos no preço — planejamento é o caminho mais curto.
Gostou?
Aqui na minha empresa, trabalhamos para viabilizar sua viagem através de planejamento de qualidade, dentro do seu orçamento.
Fontes
VOEGOL. Tarifas. Disponível em: https://www.voegol.com.br/nh/tarifas5. Acesso em: 19 jan. 2026.
LATAM AIRLINES. Tarifas para voos domésticos. Disponível em: https://www.latamairlines.com/br/pt/central-ajuda/perguntas/compras/assistencia/tarifas-passagem-domestico. Acesso em: 19 jan. 2026.
Andrea Skipka – Flyworld Itu
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