2 Impactos Econômicos da Dengue no Brasil

Além das perdas humanas, a epidemia gera um custo altíssimo para a nossa economia. Veja como elas impactam o nosso bolso.

2 Impactos Econômicos da Dengue no Brasil

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2 impactos econômicos da dengue no Brasil
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ResumoAlém das perdas humanas, a epidemia gera um custo altíssimo para a nossa economia.

 

A dengue, juntamente com as suas “primas” chikungunya e zika, não apenas representa um flagelo para a saúde pública, mas também inflige um pesado tributo à economia brasileira. 

De acordo com um estudo recente realizado pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a epidemia dessas doenças em 2024 deverá acarretar um impacto econômico alarmante, totalizando aproximadamente R$ 20,3 bilhões. Isso equivale a cerca de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

 

O Custo Aedes

Os números revelados pelo estudo da Fiemg são contundentes. Dos R$ 20,3 bilhões projetados, estima-se que R$ 5,2 bilhões serão gastos no tratamento dos pacientes. 

Além disso, as perdas esperadas pela queda na produtividade das empresas alcançam a cifra de R$ 15,1 bilhões. Considerando que 60% das pessoas infectadas fazem parte da população economicamente ativa, isso agrava ainda mais o impacto econômico dessa epidemia.

 

Detalhes Reveladores

Outro aspecto do estudo que revela uma situação preocupante é o custo unitário por indivíduo para o tratamento das arboviroses. Ele é, em média, de R$ 1.227,90. Isso leva em consideração o que se deixa de ganhar por conta do afastamento do trabalho.

Além do mais, a perda de produção das empresas devido ao afastamento por essas doenças é estimada em R$ 2.465,90 por trabalhador, em média. 

Esses números ilustram claramente a gravidade da situação.

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Um Chamado à Ação

Diante desses números alarmantes, é fundamental que ações de prevenção sejam implementadas e intensificadas. 

A prevenção da proliferação do mosquito transmissor é essencial para diminuir os impactos econômicos e humanos dessas doenças. 

Por esses motivos, é muito importante que todos os setores da sociedade, desde o governo até os cidadãos comuns, unam esforços para combater essa ameaça à saúde pública e à economia do país.

 

Um Convite para Reflexão

À medida que analisamos os custos econômicos da dengue, chikungunya e zika, convido você a explorar ainda mais a interseção entre saúde e economia. 

Em nosso site, você encontrará um artigo revelador sobre “O Custo das Mudanças Climáticas“, que oferece uma visão abrangente sobre como os desafios ambientais também têm um impacto direto em nossas economias e sociedades. Clique aqui para ler e expandir seus horizontes sobre o tema.

Neste momento crucial, devemos agir com determinação e cooperação para enfrentar os desafios impostos pela dengue e suas congêneres. 

Somente assim poderemos proteger não apenas nossa saúde, mas também a estabilidade econômica de nosso país. Juntos, podemos fazer a diferença.

 

Referência

Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). Dengue e outras arboviroses podem impactar em R$ 20 bilhões a economia do Brasil. Site da FIEMG, 12 mar. 2024. Disponível em: https://www.fiemg.com.br/noticias/dengue-e-outras-arboviroses-podem-impactar-em-r-20-bilhoes-a-economia-do-brasil/. Acesso em: 12 mar. 2024

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Por João Victorino

João Victorino é administrador de empresas e especialista em finanças pessoais com ampla experiência no mundo corporativo, liderando unidades de negócios, equipes e transformado estratégia em prática por todas as empresas em que trabalhou. Liderou grandes negociações com instituições financeiras de grande porte, com impacto de bilhões de reais em faturamento e receita.

Formado em Administração de Empresas e com MBA pela FIA – USP, professor de MBA do IBMEC, colunista da Investing.com, entre outras atividades.

Empreendeu em várias empresas como investidor, em paralelo com a vida executiva, e aprendeu com sucessos e fracassos nesse segmento.

Entendeu e aplicou a importância de ter equilíbrio financeiro ao longo de mais de 30 anos de investimentos em vários setores, com amplo sucesso. Fez 1 milhão de reais de patrimônio antes dos 30 anos de idade, e hoje divide esses aprendizados.

Para isso, criou e lidera a iniciativa A hora do dinheiro, com uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.

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