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Conheça o Tesouro Direto

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Foto: Brenda Rocha Blossom / shutterstock

Resumo: Você já investe no Tesouro? Ou conhece alguém que investiu neste produto? Nos últimos anos, o acesso a mais opções de investimentos foi facilitado pelo desenvolvimento de novas tecnologias. Assim, mais pessoas puderam ter a chance de colocar parte de seu patrimônio no Tesouro Direto. Quer entender como funciona esse tipo de investimento? Veja mais neste texto que preparamos para você.

Características gerais

O Programa do Tesouro Direto foi lançado pelo Governo Federal em 2002, com o objetivo de possibilitar a compra de títulos públicos federais por pessoas físicas. Essa democratização de acesso permitiu que qualquer brasileiro e brasileira pudesse investir no Tesouro Direto de forma muito mais facilitada, a partir de R$ 30,00.

Esse tipo de investimento ocorre porque o Governo Federal, na teoria, não possui recursos financeiros para pagar todas as suas despesas e, portanto, precisa recorrer a empréstimos.

Esses empréstimos são chamados de Dívida Pública, e os títulos do Tesouro Direto são a forma de a pessoa comum emprestar dinheiro ao governo e se beneficiar dos juros pagos por ele.

Grandes bancos e empresas financeiras também emprestam recursos ao governo por meio desses títulos. Essa é a forma mais comum dos governos se financiarem, e existe no mundo todo: o governo dos Estados Unidos, por exemplo, é considerado o mais endividado do mundo.

Quando você compra um título do Tesouro, você empresta esse valor para o governo durante um período determinado, e o governo, por sua vez, devolverá essa quantia ao final do contrato (vencimento), acrescida da porcentagem de juros correspondente ao tempo do empréstimo. Por esse motivo, o investimento no Tesouro Direto é considerado um investimento de renda fixa.

 

Garantias e remuneração

Apesar de não ter a garantia do FGC, esse tipo de investimento é considerado um dos mais seguros (baixo risco), pois tem a garantia do Tesouro Nacional, que é a instituição do govern

o que cuida das contas públicas e dos recursos federais. Por isso, a aplicação no produto possui alta liquidez, o que permite a retirada do investimento a qualquer momento (pelo valor de mercado).

Veja mais: diferença entre renda fixa e renda variável

Vale lembrar que, retirando a aplicação antes do prazo, você pode ter prejuízo na hora de revender seu título: tudo vai depender dos juros da economia. Vejamos algumas situações que podem ocorrer:

  • Se você comprou um título do Tesouro Direto com juros a 10% ao ano, por exemplo, e, por algum motivo, precisa revender esse papel antes do prazo previsto no contrato, os juros do ano seguinte podem estar a 12%, fazendo com que o seu título tenha um preço mais baixo.
  • Porém, o contrário também pode acontecer: no ano seguinte, os juros podem estar em 8%, fazendo com que ele tenha um preço mais alto. Nesse caso, vale pesar o valor que você receberia ao final do contrato e compará-lo com essa venda antecipada.

Hoje, o processo acontece de modo 100% online. O Tesouro possui uma plataforma com um simulador de investimentos que facilita na hora de entender quanto seu investimento irá render. O Tesouro Direto também possui títulos com diferentes tempos de aplicação e taxas de juros, que podem ser escolhidas de acordo com seu objetivo do investimento. Entenda como funcionam os produtos do Tesouro Direto a seguir.

 

Os Principais Títulos do Tesouro

Tesouro SELIC

O Tesouro Selic é um título que tem sua rentabilidade atrelada à taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia. Essa taxa sofre pequenas variações, e isso quer dizer que se trata de um produto de taxa pós-fixada, ou seja, você só saberá o ganho do seu investimento na hora da retirada.

Tesouro Prefixado

No Tesouro Prefixado, as taxas de juros são pré-determinadas na hora da compra, e é possível calcular exatamente o valor de retorno do investimento. Normalmente, são aplicações de médio e longo prazo, em que há também um tempo definido para o resgate.

Tesouro IPCA+

O Tesouro IPCA + é um título cuja rentabilidade se baseia no índice IPCA, estando atrelado à inflação, com o acréscimo de uma porcentagem fixa, por exemplo, IPCA + 3,56%. Isso permite que seja possível calcular parte da rentabilidade de investimento, enquanto a outra parte só será possível calcular na hora da retirada. Por isso, esse produto também pode ser chamado de híbrido, pois agrega características pré e pós fixadas.

Acesse também o site do Tesouro Direto para fazer uma simulação e conhecer as taxas de juros, preços e mais informações sobre todos os títulos à disposição.

 

Fonte

Tesouro direto

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