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O que são Fundos de Índice (ETFs)?

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Imagem: Dreamstime - Ana Baraulia

Resumo – Os Fundos de índice – também conhecidos como ETFs – ganham popularidade entre os investidores no Brasil. Estes produtos buscam replicar a composição de uma carteira teórica (como, por exemplo, os índices Ibovespa e S&P 500, entre outros), assim como a sua rentabilidade. Para saber mais sobre suas características, veja o texto que preparamos para você.

 

Fundos de índice – o que são?

 

Os Fundos de Índice, ou ETFs (Exchange Traded Funds), são fundos de investimento.

Dentre suas principais características, destaca-se o fato de replicarem a composição de um determinado índice do mercado, podendo ser de renda variável ou de renda fixa (nacional ou estrangeira). 

O objetivo dessa estratégia é a obtenção de um retorno igual à performance do índice de referência.

Geralmente, suas cotas são negociadas em ambiente de bolsas de valores

Assim, quem já possui conta em uma corretora de valores pode facilmente ter acesso a uma ampla variedade desses produtos.

 

Veja também:

O que são os índices da bolsa?

 

Vantagens de se investir em ETFs

 

Uma das principais vantagens de se investir em Fundos de Índice (ETFs) consiste na promoção de uma maior diversificação à carteira de investimentos – tanto entre setores de atividade econômica como em regiões geográficas do planeta. 

Com relação à acessibilidade, tudo isso pode ser feito a partir de valores baixos, uma vez que é possível começar comprando cotas desses fundos no mercado fracionário, e que possuem boa liquidez.

Além disso, também é válido argumentar que há uma economia de tempo para a pessoa que decide aplicar em ETFs, visto que – apenas com o investimento em um único produto – ela evita ter de comprar toda a gama de investimentos cobertos pelo fundo em questão.

Dessa forma, a prática de se investir diretamente em ETFs também pode promover uma economia de custos de corretagem para o investidor pessoa física.

 

Desvantagens de se investir em ETFs

 

Quanto aos pontos negativos de se investir nos Fundos de Índice, podemos destacar o fato de ser cobrada uma taxa de administração do fundo, paga à instituição responsável pela gestão do capital.

No entanto, para fundos que apenas copiam a composição dos índices de mercado (gestão passiva), as taxas de administração costumam ser baixas

Também é importante mencionar a impossibilidade de se fazer uma seleção mais fina sobre quais produtos o fundo vai investir.

Por exemplo, às vezes, o fundo acaba investindo em uma empresa ruim, que dá prejuízos constantes, simplesmente porque ele deve seguir a estratégia de manter em sua carteira as ações das empresas que compõem o índice de referência.

 

Como comprar um ETF?

 

Há duas formas principais:

  1. A primeira requer a participação do investidor na oferta inicial do produto (IPO), através de um agente autorizado.
  2. A segunda maneira consiste na negociação das cotas em ambiente virtual, por meio das plataformas de negociação oferecidas pelas corretoras de valores.

Tributação e dividendos

 

Dividendos

ETFs não pagam dividendos. 

Quando os fundos de índice recebem dividendos das empresas das quais eles possuem ações, esses valores são reinvestidos na compra de mais ações e, portanto, incorporados ao valor das cotas.

Desse modo, os cotistas não recebem os dividendos, mas não deixam de ganhá-los, ainda que indiretamente.

 

Tributação

Com relação aos impostos, destaca-se que a alíquota é de 15% sobre a valorização das cotas (ganho de capital) na hora da venda.

Não há faixa de isenção, como ocorre para as ações.

 

Fonte

 

Portal do Investidor – CVM

Por João Victorino

João Victorino é administrador de empresas e especialista em finanças pessoais. Formado em Administração de Empresas e com MBA pela FIA - USP. Executivo em empresas multinacionais nas áreas de desenvolvimento de negócios, marketing e estratégia. Possui ampla experiência no empreendedorismo e hoje divide esses aprendizados. Para isso, o especialista criou e lidera o canal A hora do dinheiro , com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.

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